Tem um e-book grátis que vai falar tudinho pra você sobre os nossos cães vira-latinhas. Link neste blog.

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domingo, 27 de fevereiro de 2011

Faça você mesmo: caixa de transporte de cães e gatos

Parece uma cápsula espacial ... Mas não é. É só uma boa idéia que pode representar muito para muitos protetores de animais que vira-e-mexe precisam de caixas de transporte para carregar cães e gatos resgatados das ruas, levá-los ao veterinário ou para as feiras de adoção. Também serve para donos que precisam levar seus bichinhos de estimação ao médico ou para passear.


A criativa caixa de transporte é obra do artista popular Clair Soares, que tem uma pequena oficina em casa onde cria as mais variadas peças utilitárias reaproveitando materiais.

Para criar suas obras e a própria caixa de transporte, Clair buscou a matéria-prima entre objetos garimpados em ferros-velhos e que também podem ser encontrados entre as velharias no porão ou no quartinho da bagunça e reaproveitados ao invés de ir para o lixo. Uma questão de economia e reciclagem, totalmente em sintonia com os tempos atuais. Então vamos à receita para que você também possa construir a sua caixinha personalizada para transportar seus pets.

O corpo é um pequeno barril de plástico usado para transportar substâncias industriais. A preparação para virar caixa de transporte de animais começa por uma boa lavagem para retirar quaisquer resíduos de produtos antes acondicionados no vasilhame e que poderiam fazer mal aos animais. Em seguida, são feitos vários furos com o auxílio de uma serra-copo, encontrada em shoppings populares, para que caixa fique bastante ventilada para tranportar os bichinhos sem sufocá-los e arriscar suas vidas. Tem ainda os pezinhos de madeira fixados para dar estabiliaade à caixa.

Uma alça de poliester ou fita de aço, com uma chapa pelo lado de dentro, é parafusada no centro superior externo do barril. A dica é revestir a alça com um pedaço de mangueira ou outro tipo de material para não machucar a mão de quem for carregar a caixa.
Na tampa também são feitos furos apenas para garantir a boa ventilação, sem que o tamanho seja grande o suficiente para que o animal consiga passar e cair ou fugir.
Pronto! Caixa de transporte feita, você economizou um bom dinheirinho que pode ser empregado para melhorar a qualidade de vida do seu amigo de quatro patas, na compra de medicamentos, no pagamento da clinica ou das vacinas.



Turminha é salva de ameaças e procura donos responsáveis
Esta caixinha, em questão, transporta cinco irmãozinhos SRD, uma fêmea e quatro machos, que nasceram nas ruas e , antes mesmo de desmamarem já vinham sendo ameaçados por um andarilho no bairro União, região Norte de Belo Horizonte, que tinha a intenção de queimá-los. Mas, felizmente, o seu Clair e sua irmã Iolanda Soares salvaram esta turminha de tamanha covardia e agora procuram bons donos responsáveis que os levem para casa. Você se habilita? Então, entre em contato com eles, leve uma dessas fofurinhas pra casa e ajude a mudar o destino deles para muito melhor: (31)2555-7968 ou pelo e-mail: iomaso@ig.com.br .

Encontrei seu cão *



Hoje encontrei seu cão. Não, ele não foi adotado por ninguém. Aqui por perto, a maioria das pessoas já tem vários cães; aqueles que não têm nenhum, não querem um cão. Eu sei que você esperava que ele encontrasse um bom lar quando o abandonou aqui, mas ele não encontrou. Quando o vi pela primeira vez, ele estava bem longe da casa mais próxima e estava sozinho, com sede, magro e mancava por causa de um machucado na pata.

Eu queria tanto ser você naquele momento em que parei na frente dele. Para ver sua cauda abanando e seus olhos brilhando ao pular nos seus braços, pois ele sabia que você o encontraria, sabia que você não esqueceria dele. Para ver o perdão em seus olhos pelo sofrimento e pela dor por que ele havia passado em sua jornada sem fim à sua procura... Mas eu não era você. E, apesar das minhas tentativas de convencê-lo a se aproximar, seus olhos viam um estranho. Ele não confiava em mim. Ele não se aproximava.

Ele virou as costas e seguiu seu caminho, pois tinha certeza de que esse caminho o levaria a você. Ele não entende que você não está procurando por ele. Ele só sabe que você não está lá, sabe apenas que precisa encontrar você. Isso é mais importante do que comida , água ou o estranho que pode lhe dar essas coisas.



Percebi que seria inútil tentar persuadi-lo ou segui-lo. Eu nem sei seu nome. Fui para casa, enchi um balde d'água e uma vasilha de comida e voltei para o lugar onde o havia encontrado. Não havia nem sinal dele, mas deixei a água e a comida debaixo da árvore onde ele havia buscado abrigo do sol e um pouco de descanso. Veja bem, ele não é um cão selvagem. Ao domesticá-lo, você tirou dele o instinto de sobrevivência nas ruas. Ele só sabe que precisa caminhar o dia todo. Ele não sabe que o sol e o calor podem custar-lhe a vida. Ele só sabe que precisa encontrá-lo.

Aguardei na esperança de que voltasse para buscar abrigo sob a árvore, na esperança de que a água e a comida que havia trazido fizessem com que confiasse em mim e eu pudesse levá-lo para casa, cuidar do machucado da pata, dar-lhe um canto fresco para se deitar e ajudá-lo a entender que agora você não faria mais parte de sua vida. Ele não voltou aquela manhã e, quando a noite caiu, a água e a comida permaneciam intocadas. Fiquei preocupada. Você deve saber que poucas pessoas tentariam ajudar seu cão. Algumas o enxotariam, outras chamariam a carrocinha, que lhe daria o destino do qual você achou que o estava salvando - depois de dias de sofrimento sem água ou comida.



Voltei ao local antes do anoitecer. Não o encontrei. Na manhã seguinte, voltei e vi que a água e a comida permaneciam intactas. Ah, se você estivesse aqui para chamar seu nome! Sua voz é tão familiar para ele. Comecei a ir na direção que ele havia tomado ontem, sem muita esperança de encontrá-lo. Ele estava tão desesperado para encontrar você, que seria capaz de caminhar muitos quilômetros em 24 horas.

Algumas horas mais tarde, a uma boa distância do local onde eu o havia visto pela primeira vez, finalmente encontrei seu cão. A sede não o atormentava mais. Sua fome havia desaparecido e suas dores haviam passado. O machucado da pata não o incomodava mais. Agora seu cão está livre de todo esse sofrimento. Seu cão morreu.

Ajoelhei-me ao lado dele e amaldiçoei você por não estar aqui ontem para que eu pudesse ver o brilho, por um instante sequer, naqueles olhos vazios. Rezei, pedindo que sua jornada o tenha levado àquele lugar que acho que você esperava que ele encontrasse. Se você soubesse por quanta coisa ele passou para chegar lá... E eu sofro, pois sei que, se ele acordasse agora, e se eu fosse você, seus olhos brilhariam ao reconhecê-lo, ele abanaria sua cauda, perdoando-o por tê-lo abandonado.

* Autor desconhecido. Traduzido por Silvia D. Schiros
Todos os cães desta postagem encontravam-se em situação de abandono nas ruas do Brasil e do Uruguai. Vagavam sem rumo, depois de serem abandonados por alguém sem rosto, sem identidade.

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Um dia na feira de adoção

Todos os cães das fotos abaixo estavam na Feira de Adoção que aconteceu no sábado, 26, em Belo Horizonte, e ainda continuam aguardando para serem adotados e terem uma chance de serem felizes ao lado de humanos responsáveis, capazes de lhes dar afeto e cuidados. Se você é esta pessoa, então faça contato com o protetor Franklin Oliveira (31)9676-0099 e adote. São todos muito fofos, o difícil vai ser encontrar um que seja o mais fofo. Todos com aqueles olhinhos fixados em você, clamando para levá-lo para casa, clamando por uma chance de ser feliz ao lado de uma família de humanos...



Atenta, Cássia observa a movimentação e, na certa, torce para ser escolhida por alguém



O lindo poodle é um machinho que foi abandonado quando ainda estava na barriga da mãe, também jogada, literalmente, na porta da casa do protetor. Os filhotes SRD fofos do lado são recém-nascidos e já sofriam ameaças de serem queimados por um andarilho. Estão a salvo agora, pois foram resgatados por um casal no bairro União, região Norte de Belo Horizonte, e procuram por novos donos: são quatro mocinhos e uma mocinha.



O filhote sapeca Dênis, o centrado Anderson e o terceiro da sequência de fotos é o fofo Petrúquio são autênticos SRDs que carregam em seus genes a lealdade e a simpatia típicas dos popularmente conhecidos como vira-latas.

Adote um amigo: sábado tem feira de adoção unificada em BH



Neste sábado, 26, de 9h às 14h, leve para casa um cãozinho ou gatinho fofo e lhes dê a chance de encontrar uma família. Todos eles já estarão prontinhos para serem amados, estarão vacinados, vermifugados e castrados.
Passe lá para conhecê-los e se apaixonar. Divulgue.
A feira de adoção será realizada no Ponto Cão, na rua Montes Claros, 495, bairro Sion.

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Vira-lata sem preconceito


VLFW - Vira Lata Fashion Week -> peça publicitária bem bolada de carona nas semanas de moda

Só quem tem um cãozinho ou gatinho vira-lata sabe o quanto eles são especiais e leais. Eu tenho uma cadelinha vira-lata e me orgulho muito disso. Quando saio com ela para passear, todos perguntam se ela é labrador diante da semelhança. E eu respondo com muito orgulho que é uma cadela, portanto fêmea (numa referência ao fato de perguntarem se é labrador -macho) e vira-lata. E todos ficam boquiabertos com a beleza da cachorra. O que a faz linda? Amor, afeto, carinho, respeito, cuidados. Eu amo minha vira-lata. Eu amo a Mila! Olha ela aí logo abaixo...


Mila por Dimang Kon Beu

Se você também um feliz dono ou uma feliz dona de um vira-lata, aproveite para deixar seu depoimento e sua homenagem a ele ou ela.

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Brinquedos recheáveis ajudam a conter a ansiedade do seu cachorro



Compartilhamos hoje uma dica pet muito bacana. A BitCão lançou uma linha de brinquedos recheáveis para cães. São diversos formatos que podem ser direcionados para cães grandes, pequenos, idosos, etc. Uns apitam, outros são de roer, de pelúcia.

Cada tipo de brinquedo vai ajudar a estimular mais ou menos um comportamento ou instinto específico do seu peludo. Os brinquedos recheáveis podem auxiliar no trato com cachorros entediados, estressados e ansiosos.

A idéia é muito simples: um brinquedo que você pode colocar pedaços de petiscos ou uma porção de ração e que vai liberando pedacinho a pedacinho conforme o cachorro roda, sacode, joga para o alto, passa a pata, fuça, ou morde. A BitCão garante que a tecnologia empregada nesse brinquedo oferece o máximo de desafio e segurança para nossos amigos de quatro patas.

Faça você mesmo Uma dica mais modesta e que você mesmo pode preparar é utilizando garrafas pets. Faça um furo na garrafa. Proteja as bordas deste furo com esparadrapo, fita crepe ou adesivos coloridos para que não corte e machuque o seu cachorro quando o animal for brincar com a garrafinha. O furo não deve ser muito grande para não sair todo o petisco de uma só vez. Deve ser pequeno o suficiente para que o petisco saia aos poucos, conforme o cão vai brincando, se divertindo e distraindo com o brinquedinho. Uma boa dica para distrair cães que sofrem quando o dono sai para trabalhar.




Veja os benefícios para os animais, apontados pelo fabricante:

Ajuda a diminuir a ansiedade de separação;

Estimula o uso dos 5 sentidos ao mesmo tempo;

Em filhotes promove o desenvolvimento da inteligência;

Em cães velhinhos mantém a mente e o corpo ativos;

Estimula a independência;

Ajuda a controlar a obesidade (mas é preciso compensar o que se oferece como petiscos na hora da comida);

Diminui as chances de torção gástrica em cães que comem muito rápido;

Melhora a capacidade de aprendizado e de manter o foco em uma tarefa.




Agora, veja bons motivos para lançar mão do brinquedinho recheávevel:
» Para oferecer a refeição dos cães que comem muito rápido ou que estão gordinhos.

» Quando receber visitas e o peludo quer chama a atenção a todo custo.

» Quando ele precisa ficar preso por algum tempo.

» Quando o cão ficará sozinho por mais tempo que o normal (aproveite para esconder os brinquedos recheados pela casa, assim ele ainda vai ter um estímulo extra de caçar o tesouro escondido).

» Em dias que não se pode sair para exercitar.

» Quando precisar de um tempinho extra de calma e sossego.

» Quando o cão está demonstrando um comportamento indesejado como roer móveis e objetos ou latindo em excesso.

» Para ajudar a ele se recuperar depois de alguma situação estressante como mudança, ida ao veterinário, depois de um temporal.

Fotos desta postagem: divulgação BitCão
Fonte: BitCão, fabricante do brinquedo recheável. Para comprar o brinquedo e ver mais informações, acesse a página www.bitcao.com.br

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Cães são enterrados vivos em São José da Barra

DENÚNCIA GRAVE


Vista de praça e rua do centro da cidade

O BICHOS DE COMPANHIA recebeu uma denúncia muito grave. Uma protetora da cidade de São José da Barra, no sul de Minas, a 265 Km de Belo Horizonte, enviou e-mal à rede de proteção da capital mineira denunciando essa atrocidade. Segundo a protetora, os cães recolhidos pela “carrocinha” do município são simplesmente jogados vivos em valas e cobertos por cimento.

Antes, porém, de acordo com a denúncia, permanecem por dias sem água e sem comida nos canis da prefeitura municipal. A protetora, juntamente com outras duas amigas, estavam levando comida e água para os cães, mas foram proibidas de entrar no canil por ordem do advogado responsável pelo Centro de Controle de Zonoses da cidade.

Cadelas com filhotes amamentando, cães idosos, cães em estado grave de desnutrição, cães saudáveis, enfim, todos são deixados dias sem alimento. “Depois são jogados, sem nenhuma piedade, em valas e enterrados vivos. Os cães gritam desesperadamente tentando sair, enquanto terra e cimento são jogados por cima”, denuncia.
O BICHOS DE COMPANHIA enviou e-mail à Ouvidoria da Prefeitura Municipal de São José da Barra para saber se a denúncia procede e como é o manejo dos animais resgatados das ruas da cidade. Estamos aguardando a resposta.


Vista do prédio da prefeitura municipal


NOTA DO BLOG
O BICHOS DE COMPANHIA tem compromisso com verdade e com os animais. Ainda não sabemos ao certo de onde partiu a notícia. Só sabemos que a pessoa se identificou como protetora. Protetoras de BH de mobilizaram para tentar apurar a veracidade dos fatos. O BICHOS DE COMPANHIA buscou contato direto com a fonte, a prefeitura municipal através da Ouvidoria Municipal. Até hoje, 18/02, não obtivemos nenhuma resposta. Nem mesmo desmentindo ou esclarecendo sobre o manejo de animais errantes recolhidos das ruas. Poderíamos atribuir a frase "quem cala consente?" ao silêncio sepulcral da prefeitura ou seria um caso de abuso de poder por se julgarem acima de qualquer denúncia ou suspeita. Quem não deve, não teme e responde a quem quer que seja. Este blog torce muito para que toda essa história não passe de um grande boato por causa dos animais, das vidas envolvidas nessa atrocidade. Por outro lado, sabemos que essa prática pode bem estar acontecendo mesmo, sobretudo em locais que não têm aterro sanitário, que não têm planejamento de descarte de lixo comum e hospitalar, situação comum a muitas prefeituras de cidades interioranas pelo país. Em Belo Horizonte mesmo nos idos tempos de horror da famigerada câmara de gás, que perdurou por mais de três décadas, essa situação acontecia com frequência. Prefeitura de São José da Barra aguardamos ansiosos por sua quebra de silêncio. Obrigada.


Clique aqui para acessar a página da prefeitura de São José da Barra na internet. Mande o seu recado, mas em alto nível, sem apelações toscas porque nós que amamos e respeitamos os animais não precisamos descer o nível para gritar pelos animais. Eles precisam que estejamos fortes e cada vez mais unidos para que consigamos evitar que atrocidades como essas continuem a acontecer.


HISTÓRIA DA CIDADE

Também é conhecida pelo apelido de Nova Barra, pois antigamente ficava a beira do rio Grande, ou seja na Barra do rio Grande com o Rio Sapucai. Com a chegada da Usina Hidrelétrica de Furnas, esta cidade foi coberta pelas águas do lago de Furnas e teve de ser mudada de local.
Foi uma cidade planejada em forma de violão. Na mudança da cidade muitas pessoas se mudaram para Nova Cidade Nova Barra, e ao chegar nesta nova cidade todos ficaram meio depressivos, pois tiveram de largar suas casas e terras e vendê-las por preços muito baixos pois a água iria cobri-las. As casas não tinham banheiros, só uma privada no fundo da horta, não tinham asfalto nem saneamento básico, a eletricidade da cidade era de um motor a diesel. Por ironia a 3 km dali havia uma usina hidrelétrica funcionando e em seu acampamento havia hospital, clube, cinema e saneamento básico. Hoje São José da Barra cresceu e se tornou cidade.

CARACTERÍSTICAS

A economia da cidade é baseada na produção de energia elétrica de Furnas, produção de milho, café, pimenta, criação de gado, produção de frangos e suínos e no turismo ainda nascendo pelo Lago de Furnas.


LOCALIZAÇÃO


Sul de Minas

LIMITES

São João Batista do Glória
Alpinópolis
Carmo do RIo Claro
Guapé
Capitólio

PRINCIPAIS PONTOS TURÍSTICOS E ATRATIVOS NATURAIS

A natureza da região é muito rica, a região possui muitos pássaros e animais como suçuaranas, lobos-guarás, jaguatiricas, tamanduás, ouriços, veados-campeiros, quatis, pacas, capivaras e diariamente são vistos atravessando as estradas do município.

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Antes e depois da adoção: viva a diferença!






Recebi um e-mail fantástico com o antes e depois de vários cães que após terem sido covardemente abandonados, tiveram a chance de ser adotados. A imagem do antes mostra quando estavam na rua, foram resgatados, estavam maltratados. Depois de adotados, sofreram uma transformação emocionante, que extrapola a simples aparência física. A poodle da foto acima é a minha Pepê. Hoje ela é o meu xodó, não lembra em nada aquela cachorrinha anêmica, sarnenta, que sequer abria os olhos...



Sabe o que move toda essa transformação? A solidariedade, a compaixão, o afeto, o respeito à vida - a qualquer forma de vida. Você também pode ser agente de uma transformação, afinal, tem uma frase muito linda de M. Gandhi que diz assim: "Seja você a diferença que quer ver no mundo!".
Basta que consigamos sair de nossa zona de conforto, descruzemos os braços e abramos os olhos para notar o sofrimento alheio. Já reparou que muita gente anda na rua, num vaivém frenético, e sequer é capaz de notar a presença de alguém que sofre ou um animal maltrapilho num canto? O animal, quando é visto, é, muitas vezes, enxotado










Não existem estatísticas certeiras sobre o número de animais abandonados no Brasil, mas eles estão por aí, jogados em rios, em lotes vagos, na periferia estão aos montes, arremessados de dentro de carros em rodovias movimentadas... Nem todos têm a sorte de serem resgatados, até porque os abrigos e os protetores estão com superlotação de animais à espera de uma adoção que pode nunca chegar, além de dívidas estratosféricas adquiridas para ajudar um serzinho abandonado por alguém que negligenciou, se omitiu, de sua responsabilidade. Procure informações sobre os abrigos para animais abandonados ou centros de controle de zoonoses ("carrocinhas") de suas cidades. Ali pode estar uma vida à sua espera, à espera de uma chance.







quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Blog ganha logomarca


O blog está estreando sua logomarca. E estamos muito felizes com a arte do designer André Pinheiro “FIR”. O cara é profissional mesmo e pensou em tudo: nas cores, no fundo, na mensagem, na fonte utilizada. (Meu comentário: claro que o cara é profissional. Este comentário apenas explicita o meu contentamento com o resultado do trabalho dele – rs).
Um gato, um cavalo e um cachorro, animais de companhia que estão sempre sendo retratados aqui, na concepção da marca pelo designer, evidenciam o prazer que podem transmitir pela sua companhia, ressaltando o desenho da letra “C”, de companhia. Diga-se de passagem, companhia é a palavra mais forte na composição do nome do blog.
André também pensou nas cores e optou pelos tons pastéis que, segundo explicou, trazem mais conforto e reforçam a idéia da capacidade desses animais em dar e receber carinho, afeto.
E, por fim, o designer escolheu com cuidado a fonte utilizada para escrever o titulo e o endereço do blog de maneira a garantir uma boa leitura e fácil assimilação.
Bom, o fato é que o André ainda não tinha me liberado para apresentar seu trabalho - ainda que não tenha exatamente impedido. Como todo profissional, ele disse que ainda tinha que dar retoques finais. Se sem os retoques já me agradou em cheio, imagine depois de pronto? Enquanto isso, eu, os seguidores, leitores e visitantes deste blog podemos experimentar as sensações provocadas pelo nova logo do BICHOS DE COMPANHIA e, claro, comentar à vontade sobre o trabalho do designer.

Sutis alterações na logo que fazem uma grande diferença na mensagem
Pois bem, conforme prometeu, o designer André Pinheiro "Fir" fez pequenas alterações na logo. Ele deu mais movimento ao cavalo e levantou o semblante do cachorro para que ele não ficasse numa posição de submissão ou tristeza. Se vocês compararem a logo deste post com o cabeçalho do blog vão perceber.

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Leishmaniose: mantenha seu cão longe do perigo


A doença também é conhecida, sobretudo no Nordeste do Brasil, como Calazar. Previna-se. PARA VISUALIZAR MELHOR ESTA E AS DEMAIS FIGURAS E FOTOS, CLIQUE SOBRE ELAS PARA AMPLIÁ-LAS

Depois que postei a notícia sobre o posicionamento da Anclivepa a respeito do tratamento da leishmaniose, recebi por e-mail um vasto material que trata da prevenção, medidas jurídicas e teses científicas de renomados veterinários que há muito já defendem o tratamento da doença e sempre se posicionaram radicalmente contra a matança indiscriminada de animais como solução para o problema, a exemplo do Victor Ribeiro, da clínica Santo Agostinho, em Belo Horizonte.
A partir da orientação médico-veterinária é possível encontrar no mercado vários medicamentos que auxiliam na prevenção contra a doença, bem como ajudam no tratamento. São coleiras, vacinas, desinfetantes, sprays para afastar o mosquito. Medicamentos que são inclusive usados habitualmente em países como Espanha e Itália.
Começamos, então, pela prevenção à doença. Ou seja, como bem pontuou a Anclivepa Brasil, pelo controle do vetor, quer dizer, afastando o mosquito. Isso só depende de cuidados e atenção dos donos para deixar o mosquito da leish, e de quebra o da dengue também, longe dos cães e da família humana. Assim como no caso da campanha contra a dengue, a prevenção contra a leishmaniose também urge e é uma questão de cidadania e saúde pública.


O ciclo da transmissão







A conhecida coleira Scalibor




Vacinas


Vacinas


Ração recomendada para os cães em tratamento da doença

Agradecimentos: obrigada à Vivi Vieri pelo envio deste material. E se você tem alguma história para compartilhar sobre este assunto, poste seu comentário, pois sua experiência poderá ajudar a muito mais pessoas que você pode imaginar.