Tem um e-book grátis que vai falar tudinho pra você sobre os nossos cães vira-latinhas. Link neste blog.

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domingo, 29 de agosto de 2010

Snoopy sessentão



O BICHOS DE COMPANHIA homenageia um ídolo da cachorrada e dos donos também.

“Quando o desenhista americano Charles Schulz publicou a última tirinha diária de Peanuts, em 3 de janeiro de 2000, aos 77 anos e 50 anos depois de criá-la, as historietas de Charlie Brown e seus amigos eram publicadas em 2.600 jornais de 75 países, em 21 idiomas, e lidas por aproximadamente 350 milhões de pessoas.

“Caros amigos, fui um afortunado. Peanuts é a realização de uma ambição de infância”, escreveu Schulz, que dizia ser “impossível criar humor fora da realidade”, na tirinha de despedida em que Snoopy aparece martelando o recado em uma máquina de escrever. Em outubro de 2010, as tirinhas completam 60 anos.

Durante dois anos ele enviou suas tirinhas para o United Features Syndicate, uma agência de notícia que distribuía tirinhas pelos correios para serem publicadas em jornais dos EUA inteiro. Foi recusado até conseguir marcar uma reunião. Saiu de lá com um contrato e no primeiro fim de semana como membro da casa, foi publicado em sete jornais. Em seis anos, só nos Estados Unidos eles somavam cem publicações. Schulz só fazia uma ressalva: preferia Li’l Folks, embora não tenha condicionado o contrato à manutenção do nome Peanuts, dado pela United.


Clique sobre a imagem para visualizar melhor

Snoopy virou símbolo da NASA, a agência espacial americana, e deu nome à primeira missão não tripulada a chegar à lua, em 1969, mesmo ano em que ele apresentou na TV o especial O Natal de Charlie Brown, para uma audiência de 55 milhões de pessoas nos EUA. A animação venceu o Emmy daquele ano e foi a primeira de trinta. Musicais como Meu amigo Charlie Brown lotaram por meses os teatros da Broadway e ganharam remontagens na Europa e no Japão. No Brasil, a editora Ebal começou a publicar as tirinhas em 1962, traduzidas pelo cartunista Ziraldo, que batizou Peanuts de Minduim.

No dia 12 de fevereiro de 2000, às 21h45, Sparky (um personagem de um quadrinho americano dos anos 1920), como era chamado pelos pais, morreu de câncer, poucas horas antes dos jornais publicarem a última tirinha inédita do Snoopy, num domingo. Autor e obra despediram-se juntos.” (Veja.com)

Fonte: Revista Veja online – www.veja.com (acesse e leia a matéria completa)

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

A triste face do abandono de um animal



O BICHOS DE COMPANHIA agradece ao fotógrafo Carlos Roberto Torres pela belíssima foto de abertura deste blog. O clique espetacular capturou um espectador atento - e diferente - a um show cirsense num parque de BH. Sensacional!

Bom, a história abaixo relata a triste história de um abandono. Vem de São Paulo o relato e mostra, ainda, a situação de calamidade em que se encontram muitos protetores de animais resgatados das ruas, onde foram jogados por pessoas irresponsáveis pra dizer o mínimo. Pessoas que não apenas se acovardaram, abandonando um ser vivo pra morrer à mingua ou atropelado, mas que ao se omitirem e negligenciarem sua responsabilidade acabaram por sobrecarregar um semelhante também. Pessoas assim, geralmente, pensam que o protetor pega animal na rua porque ama estar cercado por muitos bichos carentes e largados. Não! Em definitivo! Resgatamos esses animais porque não suportamos vê-los sofrer e, com isso, acabamos por estar encralacrados com dívidas em pets e clínicas, sofrendo ameaças de vizinhos e de familiares, e uma série de outros problemas que resgatamos junto com o animal abandonado por um SER HUMANO irresponsável e sem coração. Vejam o relato:



"Estava fazendo uma ocorrência em São Mateus "envenenaram uma pit e uma mestiça de rot abandonadas" e enquanto conversava com as protetoras da av Ragueb Choffi, um rapaz, muito alcoolizado, apareceu do nada, puxando este lindo cocker dourado.
Chegou até nós e pediu dinheiro, estava vendendo o cocker a preço de banana. Disse que tinha ganhado de um senhor que não queria mais o cachorro e este acabou levando embora o peludo pagando 10 reais para o homem.
Verdade ou mentira, fiquei preocupado com a situação do peludo e paguei a quantia pedida.
Por favor, ajudem na divulgação em sites, blogs, twitter, orkut, facebook, etc, precisamos achar urgentemente um adotante para o cocker Hugo pois os protetores da região estão lotados de animais e cada vez mais aparecem mais animais, mais animais e ninguém está aguentando ajudar estes milhares de cachorros abandonados na região.
Muitos estão doentes vagando como morimbundos pelas ruas, muitos, mas muitos mesmos estão sendo atropelados, não estou aguentando mais fazer ocorrência de protetores sendo despejados por excesso de cachorros, dezenas e mais dezenas de cães sendo atropelados diariamente, situação extremamente caótica aqui na zona leste de Sâo Paulo" (Lincoln).

Contato: protetor sr Rafael 11 7235-0664/3445-5459.
Lincoln 11 7393-2512
e-mail: lincolndogrescuer@gmail.colm




O Hugo é este lindo cocker dourado, com 2 anos aproximadamente, orelhas muito compridas, ficará super lindo depois que a pelagem bem cuidade estiver bem comprida. Hugo é bonzinho, se dá muito bem com outros cachorros, tem 10 quilos aproximadamente.

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

O cão é o espelho do dono



O BICHOS DE COMPANHIA voltou depois de uma temporada de molho por problemas de conexão. A foto acima, publicada na revista Cães & Cia, de junho/2010, ilustra matéria de capa da edição sobre a criação e a obrigatoriedade de castração dos cães pit bull, como forma de exterminar a raça do mapa. A matéria traz com bastante propriedade o assunto. A conclusão é clara: o cão é o espelho do dono. A foto, de arquivo pessoal de dono da raça, é uma prova cabal. É o espelho da criação responsável, comprometida com o bem-estar do animal, respeitando suas necessidades de comida, afeto e exercícios - não necessariamente nesta ordem.



Para o encantador de cães, Cesar Millan, por exemplo, a ordem da disciplina com responsabilidade é exatamente exercícios, comida e afeto. Esta é para refletir. E fica a dica de leitura da Cães & Cia, de junho. Sobretudo, para os políticos oportunistas que, de olho na urna, criam projetos mirabolantes, sem fundamentação alguma, apenas no afã das emoções em busca do voto e da mídia fácil em cima de assuntos controversos e polêmicos.

sábado, 21 de agosto de 2010

Fora do ar por um tempo



O BICHOS DE COMPANHIA está meio fora do ar por problemas de conexão. Precisei desconectar minha internet por motivo de reforma e agora tenho de reinstalar o programa, mas meu CD se quebrou. Estou tentanto uma solução junto à operadora OI Velox. Neste momento, estou aproveitando a conexào WI-FI da rede MC Donalds. Voltaremos logo.

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

BOA IDÉIA que vem de Volta Redonda



Esses são busdoors que circulam pela cidade de Volta Redonda, RJ, através da campanha "Vira-Lata solta os bichos". A campanha foi criada pelo grupo Vira-Lata, com a colaboração de Leonardo Guimarães, as fotos são de Liz Guimarães, a arte de Nathalia Nascimento e a impressão da Infrabit.



Até outubro a cidade de Volta Redonda-RJ vai estar ainda mais bonita! A nova campanha publicitária do Vira-Lata, "Vira -Lata solta os Bichos" já está nas ruas. São 14 diferentes busdoor que você vai conhecer através de nossos e-mails.
A campanha conta com fotos de crianças com animais, que objetivam divulgar a importância da castração, guarda responsável, adoção e legislação brasileira que defende os animais.



Agradecemos imensamente às crianças que participaram da campanha: Arthur, Bruna, Enzo, Felipe, Guiler, João, Júlia, Letícia, Pedro e Sophia e também nossos colaboradores que nos ajudam a divulgar a causa animal:

ABC Criança , Agropeco, Agro São Jorge, UniFoa, Padoka, Rede JK e Regno Animale

terça-feira, 3 de agosto de 2010

As torturas de Madrid *



Há algum tempo, abordamos aqui as polêmicas levantadas pelas touradas espanholas e portuguesas e sua, por assim dizer, versão brasileira, as vaquejadas e rodeios no que tangem ao sofrimento animal. Nos últimos dias, a notícia de que as touradas estarão proibidas na Catalunha, a partir de 2012 (ainda! Podia ser já!), ganhou machetes de jornais Brasil e mundo afora. A propósito desse contexto e, sempre, com o objetivo de trazer informações e opiniões de especialistas aos leitores deste blog, abrimos espaço à abordagem crítica e inteligente da médica Eulália Jordá-Poblet, com o artigo "Torturas de Madrid", publicado no jornal O Tempo, de Belo Horizonte, em 24/06/2010.

Para aqueles que desejam saber mais sobre a postagem anterior que abordou a história das touradas, basta procurar entre os posts no arquivo deste blog (à direita), do mês de junho, a postagem "Touradas: dor em nome do turismo", publicado aqui também em 24/06/2010.

Novamente, me lembro de agradecer à mi maestra de español, Tatiane Rezende, pelas fotos, resultado de trabalho de pesquisa feito por ela. E, imagino que, tendo cedido material uma vez, não se importará se usarmos de novo as fotografias.




* Texto de Eulália Jordá-Poblet **

"A reportagem sobre o toureiro Júlio Aparício, gravemente ferido por um touro,
circulou na internet e durou “cinco minutos”de aparição espetacular, tempo máximo
que os fatos da hipermodernidade costumam se demorar. O chifre perfurou o pescoço
do matador, atravessou a base de sua língua, saindo por sua boca. Júlio dizendo que
brevemente voltará às arenas para matar outros touros.
Sabemos através do velho e bom Guy Debord que o poder do espetáculo tem essência despótica. E é assim que as touradas fazem parte de um sistema unitário no
qual o “esporte”-espetáculo irmana-se à medicina-espetáculo, à política-espetáculo e à Justiça-espetáculo, sem, no entanto, perder sua agressividade primitiva, ritualizada no formato de tortura dentro da catedral dos horrores chamada praça de touros.
Nada mais humano que o crime, nos diz o artigo do genro de Lacan,Jacques-Alain Miller. Mas, o que nos diria Freud sobre a responsabilidade dos que assistem ao crime e com ele se divertem? Freud nos explica que existe responsabilidade
até no que sonhamos –o que diria daquilo que francamente apoiamos?

É aqui que se abre espaço para a figura do turista-chavão (o mesmo que vai a
Roma e automaticamente sente-se obrigado a ver o papa) e o turista-Eichmann, que,
como o ícone nazista, não questiona o que faz, o que assiste e, principalmente, o que
mantém através da compra do ingresso.




O turista, apesar de seu bonezinho ingênuo, não é um sujeito neutro e muito
menos um personagem passivo. No caso das touradas, é pior do que isso: é medíocre,
é banal. Na atualidade, é esse turista “come-pipoca” o principal responsável – rivaliza apenas com os subsídios oferecidos pelas administrações centrais e regionais espanholas – por as arquibancadas das praças de touros não estarem entregues às moscas.


Essa afirmação encontra respaldo em pesquisa do Instituto Gallup, de 2006, pela
qual aproximadamente 70% dos espanhóis declararam não ter interesse nenhum nas
touradas, e em um plebiscito de 2009 no qual 75% dos catalães votaram pelo fim das
touradas em Barcelona.
A tauromaquia- substantivo malicioso, criado para amaciar a palavra tortura
e elevá-la ao patamar de “arte” – é equivocadamente interpretada por muitos como
uma manifestação tradicional muito antiga desse país ibérico chamado Espanha. Na
verdade, a tourada, como a conhecemos hoje, que culmina com a morte do touro, é uma
manifestação bastante recente, que tem suas raízes no século XVIII.
As “nossas touradas brasileiras”são os rodeios, as vaquejadas e as farras de
boi cuja origem associa influências portuguesas, espanholas, americanas e mesmo
autóctones. E é sabido que, quando há aguda desigualdade entre dois seres, como a que
existe entre o toureiro e o touro – muito poder de um lado e escasso poder do outro-, só pode surgir a tortura, em seu estado mais bruto."

**Eulália Jordá-Poblet é médica. E-mail: eulaliafjp@hotmail.com. Texto publicado no jornal O TEMPO de 24/06/2010.

domingo, 1 de agosto de 2010

Posse responsável - Abandono é crime de maus-tratos



Estou preparando uma matéria especial para o jornal sobre posse responsável e encontrei uma chamada no facebook da Luísa Mell sobre a separação de um casal, em São Paulo, que culminou no abandono de três poodles. Este é o gancho que preciso para puxar a matéria e aproveito para postar aqui no Bichos de Companhia. Essa situação é um ícone da posse irresponsável. Antes de se adotar um animal, de levar para casa um mascote, cão ou gato, é preciso pensar em tudo, inclusive, numa possível separação de casais. A posse responsável começa exatamente no momento da decisão de se ter um animal. Uma série de perguntas deve ser sinceramente respondidas para si mesmo. Por que quero um cão ou um gato? Tenho tempo e espaço suficiente para ele? Vou levá-lo para passear com freqüência? Estou me lembrando que animal faz xixi e cocô e alguém vai ter de limpar? Que tamanho de animal posso ou quero ter? Os demais membros da família, moradores da casa, estão de acordo? Como vai ser quando viajar de férias ou a trabalho? Enfim, essas são as perguntas mais básicas que devem ser respondidas com o máximo de sinceridade, pois, do contrário, você é um sério candidato a contribuir com o aumento do abandono e maus-tratos de animais. E para quem não sabe, maus-tratos a animais é crime, punido com detenção de três meses a um ano e multa.

Quanto ao caso de Sampa, são os três poodles da foto de abertura do blog que foram largados para trás, pior, no Centro de Controle de Zoonoses, da cidade. A informação é de que eles estão muito tristes e traumatizados pela falta dos donos – se é que eles podem ser chamados assim. O contato para adoção é: uipaguaruja@ gmail.com ou pelo telefone (013) 9714-2610 – Guarujá (SP), falar com Rose.



E, em Betim, Região Metropolitana de Belo Horizonte, essa ninhada (foto acima) - filhotinhos!!! - foi abandonada na porta de um protetor. São cinco filhotes que nem bem nasceram já estão fadados ao sofrimento, caso não tenham a chance de ter um lar estável, com pessoas conscientes, capazes de lhe dar afeto e cuidados. Eles devem ter aproximadamente dois meses de idade, devem ficar de porte pequeno a médio. São quatro machinhos (pretinhos) e uma fêmea (marrom). Precisam-se de adotantes ou padrinhos, pessoas que possam ajudar com albergue temporário ou noa gastos com veterinário. "Adotante terá que assinar termo de responsabilidade e castrar na idade certa", diz Anabela, protetora responsável por eles. Contato (31)88863929.
Imagine se essa moda de extrema covardia, abandonar cinco filhotes na porta de um protetor, pega????!!!!! Faltou o quê por parte de quem fez isso? Planejamento! Princípio da posse responsável. Por que nào buscou auxílio para castrar a mãe ou o pai dos cachorrinhos?

E, falando em posse responsável, gostaria de parabenizar a galera que faz o blog da Enjoy (www.enjoy.com.br/blog), grife carioca, que postou recentemente uma matéria sobre o tema e vem publicando posts muito legais sobre adoção. Valeu, pessoal! A atitude contribui muito para a sensibilização em favor da causa animal.